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Semana Santa 2019

 

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Procissões

 

Procissão dos Passos do Senhor - Domingo, 7 de abril

 

Embora não seja possível determinar com exatidão a origem desta Procissão, sabe-se que a mesma já se realizava em meados do século XVIII. A Vila veste-se de roxo com centenas de faixas desta cor colocadas nas janelas e nas varandas das principais ruas. Recriando os Passos do Senhor até ao Calvário, a procissão sai da Igreja Matriz e percorre as ruas da Vila até ao Pelourinho, local onde se realiza o Sermão do Encontro, que culmina com o Encontro simbólico das imagens do Senhor dos Passos e da Sua Santíssima Mãe. 

 

A Procissão prossegue com as duas imagens a caminho do Convento de Santa Maria da Caridade, onde é proferido o Sermão do Calvário. A Filarmónica União Sardoalense acompanha todo o cortejo entoando marchas fúnebres. Esta Procissão é organizada pela Paróquia de Santiago e São Mateus e pela Irmandade da Vera Cruz ou dos Santos.

 

 

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Procissão dos Ramos - Domingo, 14 de abril

 

A Procissão dos Ramos, precedida da bênção ritual, tem início na Capela do Espírito Santo, percorrendo algumas ruas da Vila em direção à Igreja Matriz. Através da sua realização, pretende a Liturgia levar os Cristãos a reconhecer e a afirmar a messianidade e realeza de Jesus de Nazaré.

 

 

 


Procissão do Senhor da Misericórdia (Fogaréus) - Quinta-feira, 18 de abril

 

A Procissão do Senhor da Misericórdia (ou Fogaréus) é uma das mais emblemáticas e solenes da Semana Santa em Sardoal. O cortejo da procissão é realizado com a iluminação da rede pública desligada, criando um ambiente místico pela luz das velas, archotes e candeias colocados nas varandas e janelas. Organizada pela Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal, esta Procissão integra o Serão do Mandato, na Igreja de Santa Maria da Caridade, regressando, posteriormente, à Igreja da Misericórdia.

 

A Filarmónica União Sardoalense entoa marchas  fúnebres ao longo do percurso. Nesta Procissão podem ser apreciados os ricos painéis, provavelmente do século XVIII, pertença da Misericórdia, representando Cenas da Paixão. Por motivos de segurança e preservação, saem à rua réplicas em tamanho real.

 

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Procissão do Enterro do Senhor - Sexta-feira, 19 de abril

 

Esta Procissão sai da Igreja Matriz em cortejo fúnebre, percorrendo as ruas da Vila, em direção à Igreja de Santa Maria da Caridade.
De regresso à Igreja Matriz, é neste Templo que se realizam as Cerimónias do Enterro do Senhor.
Na Procissão participam a Irmandade da Vera Cruz ou dos Santos Passos e a Irmandade do Santíssimo Sacramente.

 

A Sexta-feira Santa é um dia litúrgico, assim designado porque não se celebra a Missa, entendendo a devoção cristã que assim tem de ser porque Cristo está morto.

 

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 Procissão da Ressurreição - Domingo, 21 de abril

 

A alegria pelo triunfo de Cristo Ressuscitado é retratada nesta Procissão. As ruas da Vila por onde a Procissão passa ficam repletas de flores e verduras e nas janelas das casas são colocadas as colchas coloridas, criando um ambiente solene, mas de Festa e Alegria.

 

 

 

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Capelas

 

Capelas e Igrejas com tapetes de flores e verduras naturais

18 a 21 de abril

Durante a Semana Santa, as Igrejas e Capelas, não apenas da Vila, mas também das aldeias do Concelho, estão decoradas com tapetes feitos à base de pétalas de flores e verduras naturais, com desenhos alusivos à época. Os tapetes de flores são feitos na noite de quarta-feira, prolongando-se pela noite dentro, envolvendo toda a comunidade.

 

 Trata-se de uma tradição que se julga ser única no país, sabendo-se que já existia com grande esplendor no século XIX. Os tradicionais tapetes de flores são uma das iniciativas mais emblemáticas das Celebrações da Semana Santa e Páscoa em Sardoal, atraindo milhares de visitantes.

  

Capelas e Igrejas enfeitadas na Vila

 

Capela de S. Sebastião
Capela de Sant’Ana
Capela de Santa Catarina
Capela do Espírito Santo
Capela do Senhor dos Remédios
Casa Grande (Capela de Nossa Senhora do Carmo)
Igreja da Misericórdia
Igreja de Santa Maria da Caridade (Convento)

 

Horários de abertura

Quinta-feira Santa, 18 | das 14 às 24 horas
Sexta-feira Santa, 19 | das 10 às 21h30m
Sábado, 20, e Domingo, 21 de abril | das 10 às 19 horas

 

Horário de abertura da Igreja Matriz
De quinta-feira, 18, a sábado, 20 de abril | das 15 às 19 horas
Domingo, 21 de abril | das 15 às 17 horas

 

 

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Capelas e Igrejas enfeitadas fora da Vila

 

Andreus
Mivaqueiro
Panascos
Presa
Santiago de Montalegre (Igreja antiga junto ao cemitério)
Vale das Onegas
Valhascos (S. Bartolomeu)
Venda Nova

 

Horários de abertura
Sexta-feira, 19, sábado, 20, e domingo, 21 de abril | das 14h30m às 18 horas

 

A Autarquia de Sardoal disponibiliza transporte para a visita a estas Capelas e Igrejas:
Sexta-feira, 19, e sábado, 20 de abril | 14h30m | Partida junto do Centro Cultural Gil Vicente

 

 

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Circuito de visitação às capelas e Igrejas fora da Vila

 

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Transportes

 

pdf icone Transportes Semana Santa

 

Organização e Apoios

 

Entidades organizadoras


Câmara Municipal de Sardoal
Paróquia de Santiago e São Mateus
Santa Casa da Misericórdia de Sardoal
Irmandade da Vera Cruz
Irmandade do Santíssimo

 

Apoios


Filarmónica União Sardoalense

Moradores do Concelho
Bombeiros Municipais
Guarda Nacional Republicana
Juntas de Freguesia de Alcaravela, Sardoal, Santiago de Montalegre e Valhascos
LTE – Eletricidade de Lisboa e Vale do Tejo
Agrupamento de Escolas
GETAS – Centro Cultural
Instituições Diversas

 

Mensagens

 

 

O Património de Fé e Religiosidade do nosso Concelho é uma marca simbólica que nos distingue e que gostamos de preservar, partilhar e de dar a conhecer. É neste campo que os Sardoalenses assumem um papel fundamental. Seja na arte de bem receber, seja na forma como sentem e vivem este património, seja na naturalidade com a qual o transmitem às gerações mais novas.

 

Divulgar, promover e apoiar esta marca da nossa identidade, respeitando a essência de todas as manifestações religiosas, assim como as instituições, tem sido assumido pelo Município como um pilar estratégico no desenvolvimento socioeconómico. Desta forma, unindo esta Quadra em torno de si, o Município também marca presença, reforçando o misticismo que se vive e sente no Sardoal durante estes dias. São mais de uma centena de faixas roxas que a Câmara Municipal coloca nas janelas e varandas das principais ruas da Vila; são centenas as velas que são colocadas ao longo de todo o percurso da Procissão dos Fogaréus. A tradição da Venda de Amêndoas é mantida através da colaboração com os comerciantes locais.

 

Mas o nosso trabalho tem que ir mais além e, para isso, marcamos presença em eventos de índole nacional e internacional, apresentamo-nos às mais diversas entidades, afirmando o Sardoal como uma referência no âmbito do Turismo Religioso. A Capela de Nossa Senhora do Carmo, propriedade da Câmara Municipal, encontra-se a ser alvo de obras de requalificação, para ali instalar o Centro de Interpretação da Semana Santa e do Património Religioso, que dará a oportunidade a quem nos visita, em qualquer altura do ano, de conhecer a beleza desta época. Um bem haja a todas as entidades intervenientes: Paróquia de Santiago e São Mateus, Santa Casa da Misericórdia, Irmandades, GNR, Filarmónica União Sardoalense, Bombeiros, outras associações e comunidade em geral, com especial destaque para os moradores da Vila que se empenham nos arranjos florais das Igrejas e Capelas.

 

Aos que nos visitam desejo que vivam e sintam a nossa Semana Santa com a mesma intensidade com que nós a vivemos e sentimos.

 

Miguel Borges
Presidente da Câmara Municipal de Sardoal


 

É possível Ressuscitar…
Um dia destes entrei num autocarro, ia no máximo das suas capacidades, não tive outra opção se não olhar a cara de quem estava ao meu lado. As palavras daquela pessoa ressoavam a certa aversão e temor sobre os seus destinatários, alguns caminhavam pela avenida onde transitávamos. Em mim ressoavam a rejeição…
Dói-me a falta de aceitação e de amabilidade. Hoje parece impossível olhar nos olhos do outro. Tantas palavras e esforços para chegar ao outro. Quando na realidade um pequeno gesto ou um simples olhar resolvia tudo.
Quando começar a viver como ressuscitado?
Será preciso morrermos para participar na glória do Senhor? A minha vida é já chamada a ser Páscoa, a ser vivida numa tensão intransponível entre entrega e acolhimento, dor e vida recebida.

 

“Escuta Senhor o meu Clamor, atende a minha súplica, desde os confins da terra te invoco como meu coração abatido” (Sal 61, 2).

 

Todos os dias experimento pequenas mortes: umas são fecundas outras são estéreis. Têm muitos nomes e rostos, consomem-me por dentro. Compromissos que exigem sempre mais, horas de entrega, aparentemente inútil, impaciência junto de alguém que custa, enfim, silêncios que me custam romper, momentos de vazio onde nada faz sentido.
Quais são as minhas mortes, os meus espaços sepultados, as minhas feridas
incuradas?

 

“Só em Deus descansa a minha alma, d’Ele me vem a salvação. Só Ele é o meu refúgio e a minha salvação, a minha fortaleza: jamais serei abalado.” (Sal 62, 2-3)
São os momentos de plenitude. Quando os sonhos se tornam possíveis. Quando se dá e recebe perdão sem condições, sem restos de amargura. Quando a pequena semente germina de forma imparável e adquire um tronco forte. É o sorriso tranquilo daquele que não se deixa vencer pela tribulação. É a palavra que fala verdade e desencadeia encontros. É a oração que me sustém, quando não encontro um horizonte claro. É a alegria que não complica as coisas sensíveis. É o amor que não exige. É essa a ressurreição que já assoma às nossas vidas.
Quando me decido a viver como ressuscitado?
Onde assoma a lógica de Deus na minha vida?
Uma Santa Páscoa.

 

Padre Carlos Almeida

 

 

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