

No âmbito do programa complementar da Semana Santa, a Igreja de Santa Maria da Caridade recebe no Domingo de Páscoa, 5 de abril, às 16h00, o Concerto de Aleluia “Trio Contrati - Valsas de Salão”. O espetáculo tem acesso gratuito.
O Centro Cultural Gil Vicente recebe, no dia 16 de maio, pelas 21h30, o sexteto de percussões da Metropolitana, composta por jovens da escola profissional. O jovem sardoalense Dinis Nunes integra o grupo de percussionistas que trazem ao CCGV um concerto único e impactante, intitulado (IN)Temporal.
Desde 2010, as Percussões da Metropolitana juntam alunos das três escolas da Metropolitana – a Escola Profissional (EPM), o Conservatório de Música (CMM) e a Academia Nacional Superior de Orquestra (ANSO) – em formações múltiplas que procuram interpretar repertórios desafiantes nos mais variados géneros, desde a tradição clássica até à pop e às músicas do mundo. A linha orientadora converge na qualidade do trabalho desenvolvido e numa ousadia que se tornou «imagem de marca».
Dinis Nunes, 15 anos, ingressou na Escola Profissional da Metropolitana, em Lisboa, no ano letivo de 2025/26 mas mantém ainda forte ligação à Filarmónica União Sardoalense (FUS), onde se iniciou na música ainda criança, no trombone. Aos 12 anos percebeu que preferia a força e o ritmo da percussão e iniciou os estudos nesse sentido. Desde então, é um dos percussionistas da FUS, acompanhando a banda sempre que esta se apresenta ao público.
O concerto de dia 16 de maio tem já os bilhetes à venda nos locais habituais e em https://www.cm-sardoal.pt/viver/juventude/viagens-de-estudo#viagem-2026 (5€) e conta com o financiamento da DGArtes através do Apoio à Programação da RTCP.
“Assim Devera Eu Ser” é o nome do espetáculo de homenagem a Amália Rodrigues que será apresentado no Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, no dia 20 de junho, às 21h30, e que junta em palco Catarina Moura (voz), Celina da Piedade (voz e acordeão), Sara Vidal (voz e harpa) e Ricardo Silva (guitarra portuguesa). Aliando a música tradicional aos poemas escritos por Amália Rodrigues, o espetáculo recupera o repertório e poesia da fadista e revisita o tempo em que cantava enquanto bordava.
Segundo a sinopse do espetáculo: “No tempo da história da Cigarra e da Formiga, cantar não era profissão, cantava-se para ganhar a vida. Mesmo assim, pobre, Amália-Menina não foi como a Cigarra, em vez de ir à escola, Amália-Formiga-Menina foi bordadeira, bordava linhas e palavras, palavras do mundo do fado, mas também de outros mundos sonoros e musicais, cantava os Poetas, outras vezes cantava-se a si, Amália herdeira da poesia popular de raiz oral”.
Os bilhetes (5€) podem ser adquiridos na bilheteira do Centro Cultural Gil Vicente e na ticketline.pt.
O espetáculo conta com o financiamento da Direção-Geral das Artes através do Apoio à Programação da RTCP.
