

A Biblioteca Municipal tem patente, de 16 de janeiro a 17 de fevereiro, a exposição “MariUp: Personagens da Literatura Infantil”, uma coleção lúdica e educativa constituída por 17 bonecos de pano das histórias infantis de Sofia Branco.
O Centro Cultural Gil Vicente vai ser palco de Oficinas de Expressão Dramática e Movimento Criativo, a partir de 13 de janeiro, às terças-feiras, das 18h30m às 20h00m. A iniciativa, de participação gratuita, destina-se a jovens dos 14 aos 25 anos e as inscrições podem ser efetuadas pelo e-mail
Dinamizado por Carla Dias, este é um projeto que se pretende que seja continuado utilizando a Expressão e as ferramentas artísticas como meio de explorar a contribuição para o desenvolvimento pessoal, social e comunitário dos seus participantes.
Todas as semanas, os participantes terão a oportunidade de aderir a vários “jogos de expressão dramática” e “técnica do alfabeto do corpo” onde podem desenvolver ferramentas de expressão corporal, vocal e de desenho através de movimento criativo. Estes jogos serão interligados com conteúdos ligados à “Dança-Teatro” e poderão culminar com a apresentação de um espetáculo teatral em trabalho de dinâmica de grupo e de envolvimento comunitário, privilegiando o desenvolvimento da criatividade e da criação e fruição artística.
Esta iniciativa conta com o financiamento da Direção-Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP, rede de equipamentos da qual o CCGV faz parte desde 2021.
Adaptação do bestseller de Freida McFadden, “A Criada”. Sweeney interpreta Millie, uma mulher batalhadora que fica aliviada pela oportunidade de um novo começo como empregada doméstica de Nina (Seyfried) e Andrew, um casal da classe alta. Mas o mundo dela começa a desabar quando descobre que os segredos desta família são muito mais perigosos do que os seus.
“Melancólico Dançante” é o nome do mais recente álbum de Valter Lobo, que serve de mote para o concerto de dia 7 de fevereiro no Centro Cultural Gil Vicente, num espetáculo intimista que combina melodias suaves com letras poéticas para explorar temas universais como o amor e a identidade.
Este quarto disco de originais, editado em 2025, consolida-o como uma das vozes mais singulares da nova canção portuguesa. A composição do álbum foi inspirada pelas viagens que o cantor fez pelo Brasil, Argentina e Uruguai, resultando num trabalho introspetivo e envolvente.
Além das novas músicas, Valter Lobo irá revisitar temas que marcaram o seu percurso artístico e conquistaram o público, como ‘Oeste’ e ‘Guarda-me Esta Noite’, num espetáculo descrito como delicado, emocional e profundamente envolvente. Em “Melancólico Dançante”, o artista demonstra que “a melancolia também pode dançar, ainda que devagar, sempre com o coração”. São histórias e sensações assentes em melodias possuidoras de uma carga emocional que se mantém igualmente intensa como já se constatou em álbuns como “Mediterrâneo”, “Primeira Parte de um Assalto” e “Inverno”.
Os bilhetes têm o preço de 15€ e podem ser adquiridos na bilheteira do Centro Cultural e na Ticketline.pt.
Este espetáculo conta com o financiamento da Direção-Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP, rede de equipamentos da qual o CCGV faz parte desde 2021.
Depois da morte da mãe, as irmãs Nora e Agnes deparam-se com o regresso de Gustav, o pai de ambas, à cidade de Oslo, de onde partiu alguns anos antes, na sequência do divórcio. Ao oferecer a Nora, atriz de teatro, o papel principal num filme cujo argumento se baseia na história da sua própria mãe, Gustav desperta memórias dolorosas e ressentimentos provocados pela sua ausência.
Situado no Iraque, em 1991, sob o regime de Saddam Hussein (1937 2006) e em pleno período de sanções norte-americanas, o filme acompanha Lamia, uma menina de nove anos responsável por preparar um bolo para celebrar o 54.º aniversário do Presidente na sua escola. Num contexto de pobreza, vigilância e medo de represálias, a tarefa – imposta através de um sorteio e reforçada pelas autoridades – transforma-se rapidamente em algo de arriscado mas que a pequena Lamia tentará cumprir a todo o custo.
Através de três histórias interligadas - as de Mohammad, Leila e Qasem, membros de uma família alargada afegã que foge da guerra em busca de refúgio no Irão - conhecemos os sacrifícios, a discriminação, o medo e a injustiça inerentes à condição de refugiado. Apesar de todo o sofrimento por que passaram, a chegada àquele lugar não significa um recomeço em total segurança mas sim o início de uma longa e árdua luta por dignidade, proteção e um verdadeiro sentimento de pertença.
O ponto de partida: George Orwell, o escritor nascido Eric Arthur Blair, não previu um futuro distópico com 1984 - o livro que em 1946 foi escrever para a ilha de Jura, na Escócia, e que seria o seu último. A censura, a experiência do totalitarismo e o espectro de um Big Brother, a reescrita do passado e a anestesia da memória, isso somos nós hoje. Esse é o ponto de chegada.
